Poesia distribuída na rua.
14.2.05
Relembro as cidades enquanto cor,
maleáveis em viadutos. Ruas
que crescem dentro dos passos sonoros
e barcos que se levantam demais
à procura de limites fechados
entre esta pressa que se faz encontro
depois das casas ainda em segredo.
1 comentário:
Joana Serrado
30/8/08 1:01 p.m.
nao ha nada mais belo e poetico que um viaduto
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nao ha nada mais belo e poetico que um viaduto
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