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20.3.04

[outros melros XVI]

OLIVIER BRAMANTI

Ça ne vous dérange jamais ?

A ce compte-là, je devrais dessiner des fleurs ! Le monde n'est pas comme ça, il est plein de violence, il ne faut pas se le cacher... L'histoire est pratiquement liée à la guerre. Il y a toujours eu des morts, ça a toujours été représenté. Pendant des siècles, on dessinait Jésus pendant la descente de croix, c'est quand même une représentation qui est forte et même violente. Picasso a bien fait Guernica. Si l'on a quelque chose à dire, il faut l'exprimer. Là, il y avait cette violence exercée sur des villageois par un pouvoir qui avait pour lui l'armée, les milices. La violence, on la trouve partout, même en France.

(de uma entrevista)


Des merles volent vers le sud. «Oiseaux de malheur, ô oiseaux maudits, conduisez-moi sur la plaine!»

(Le Chemin des Merles, amok éditions, 2001)

(Vd. comentário esclarecido aqui)

22.7.03

Respondendo ao desafio do Beco das Imagens, deixo aqui o que penso ir folhear durante as férias, no que toca a banda desenhada ou afins.
Vou sobretudo rever: a obra toda do António Jorge Gonçalves, sobretudo a Arte Suprema e o Senhor Abílio, não desfazendo nos dois álbuns do Filipe Seems, com argumento fantástico do fantástico Nuno Artur Silva; os seis episódios da primeira série da saga de John Defool e respectivo Incal; os dois volumes imprescindíveis de Maus; o que calhar do Hugo Pratt, do Moebius/Giroud e do Bilal; umas coisas fantásticas que apanhei nos saldos da Fnac, editadas pelo Musée de la Bande Dessinée: Florence Cestac e Robert Crumb; Battle Chassers do (semi-)português Joe Madureira; Diniz Conefrey a ler Herberto; as Crossroads de José Carlos Fernandes; talvez Tintin, talvez Spirou, talvez Astérix, talvez Louro & Simões, talvez Calvin & Hobbes, talvez Valérian & Laureline.
Mas vou também pegar em coisas que só agora apanhei: Pedro Brito, Richard Câmara, Marcos Farrajota e o colectivo Lisboa 24 Horas - todos da colecção Lx Comics da Bedeteca; O Artefacto Perverso de Felipe Hernández Cava e Federico del Barrio, editado pela Baleia Azul e, por fim, Águas Perigosas de D. David, C. Cuadra & R. Miel, a ver se por lá encontro o Abrupto Pacheco Pereira [explico: trata-se de uma história de promoção com que o Parlamento Europeu ganhou o prémio da Angoulême 2003 para a «campanha de comunicação que utilize como suporte a banda desenhada»].

Além disso vou continuar a olhar para as ilustrações dos livros e das revistas de poesia (e não só...), mas disso falarei daqui a uns dias.